terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Percebo como é bom e importante ler meus registros e perceber o quanto pude evoluir neste curso, o quanto aprendi.
Enfim, este ambiente se tornou um diário, onde todas as veses que eu ler as postagens, poderei reviver situações, sentir de novo emoções, e principalmente refletir sobre minha própria aprendizagem!
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Eixo IX
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Eixo VIII
O estágio é um período que o professor tem para rever sua prática pedagógica, avaliar suas atividades, se está proporcionando desenvolvimento aos seus alunos, e aprendizagens significativas.
Eixo VII
Infelizmente os adultos tem um péssimo hábito de interromper as histórias das crianças, questionando:
_será que é verdade?
_Aconteceu tudo isto mesmo?
_Tu não esta mentindo?
Esta atitude acaba desestimulando a criança, pois assim o adulto inibe a criança de exercitar sua criatividade e espontâniedade, não permitindo assim, que ela cria, invente e fantasie.
Com esta atividade pude começar a perceber a riqueza de informações que os pequenos nos dão sobre as próprias vivências, experiências, medos e angústias, é nas histórias que se permite uma troca de papéis, onde o autor é aos mesmo tempo, autor e personagem da história.
Eixo VI
Para o estágio, o apoio teórico que adquiri com os estudos propostos pelas disciplinas, me deram suporte para atender de forma significativa um aluno especial matriculado em uma escola de ensino regular, na minha turma de pré-escola, com a qual realizei o estágio.
Foi com o auxilio de textos e pesquisas sobre como é o processo de inclusão de pessoas com necessidades especiais, que eu consegui fazer um belo trabalho com o aluno.
Através de toda esta experiência, que me propus a fazer meu TCC, partindo deste assunto, a inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais, tantado ajudar para que o processo de inclusão deixe de ser algo tão lento e longe ainda da realidade escolar.
Levantando questões como a falta de acesso às leis que garantem ensino de qualidade, falta de profissionais capacitados e outros problemas afetam a educação.
A partir de um estudo de caso, realizado no eixo VI, pude ter mais acesso a informações sobre o assunto, e agora no TCC, pude aprofundar e atualizar estes dados.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Eixo V
Diante de um fórum, proposto pela disciplina de Psicologia da vida adulta, no eixoV, surgiram ricos questionamentos sobre como as vivências e as relações interferem no processo de desenvolvimento do ser humano.E também sobre a importância da interação das pessoas, diante do estágio supervisionado, feito durante o eixo VIII, pude perceber a importância desta interação, já que tinha a presença de um aluno especial na turma.
Sendo assim, pude acompanhar o desenvolvimento deste aluno, a partir da convivência e da interação com a diversidade apresentada pela turma.
É uma troca de experiências muito gratificante, onde ambos os lados aprendem um com o outro!
Onde eu tinha como objetivos:
- Disponibilizar de mais tempo para a realização das atividades do curso;
- Dedicar-me mais aos textos propostos;
- Procurar interagir mais com colegas, tutores e professores;
- Procurar levar para minha prática educativa meus conhecimentos adquiridos através do curso.
Diante destes objetivos destacados, tenho a dizer que foi muito dificil realizá-los e que muitos deles só consegui por em prática este semestre, com a proposta do trabalho de conclusão de curso_TCC, foi neste semestre que me dediquei realmente a ler tudo o que achei sobre o assunto de inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais, procurando sempre algo a mais do que os textos sugeridos.
Também interagi com a tutora do trabalho, toda dúvida que surgia, tratava de entrar em contato logo, visto que o tempo que tivemos para realizar o trabalho não era muito.
O objetivo de levar para sala de aula as aprendizagens adquiridas no curso, pude por em prática no período de estágio, onde sempre tentei fazer as coisas do jeito que tinha aprendido, estudado, buscando sempre interligar a teoria com a pratica, levando as minhas aprendizagens para o meu cotidiano escolar.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Foi lendo texos dela, que pude perceber que as crianças precisam brincar e que este tempo pode ser aproveitado pelo professor desde que ele esteja atento a estas brincadeiras.
É nestes momentos que as crianças fantasiam,criam, invertem papéis, imaginam e também nos dão pistas sobre seus pensamentos e vivências.
Através do comportamento das crianças em uma brincadeira, podemos perceber como é, por exemplo, o convivio desta criança em casa, devemos estas sempre atentos se ela reproduz personagens agressivos ou depressivos, as vezez são sinais de que algo não anda bem em seu âmbito familiar, e isso pode acarretar em seu desenvolvimento escolar.
Na turma de fis o meu estágio,eles ja tinham rotina propria e eles me cobravam o dia do brinquedo, que eles sempre tiveram. Sendo assim, não deixei de dar um tempinho, um dia por semana para que elesbrincassem com atividades livres, e aproveitei para observar seus comportamentos e também para conhecê-los, pois é brincando que a criança se libera, conseguimos ver claramente, entre as brincadeiras quem é mais autoritario, mais submisso, mais calmo,etc.
Aí vale a sensibilidade do professor!
Eixo II
Diante de uma pressão escolar, com conteúdos a parâmetros que nós professores temos que seguir, estamos acostumados a considerar que o aluno aprendeu algo, a partir domomento em que ele começa a ler e escrever, a dominar a leitura e a escrita, mas, sendo assim, como pode alguém que não seja alfabetizado, ou seja não reconhece símbolos da escrita, pode viver, se comunicar e interagir com o mundo?
Uma pessoa que não sabe ler e nem escrever, não sabe nada? Não tem aprendizado?
Por isso o professor deve valorizar sim o letramento como uma forma de aprendizado, pois é neste momento que se iniciam as primeiras socializações da criança com o mundo.
Esta leitura me ajudou muito no momento em que pude por em prática tudo que foi estudado até o momento do estágio supervisionado.
Foi ali que eu pude exercer toda a minha criatividade, fazendo o papel de mediador do conhecimento e não o dono do saber.
Para Paulo Freire o professor não deve ensinar apenas conteúdos, mas sim, mostrar ao aluno que não se deve aceitar as coisas como são e acatar tudo o que os outros dizem, em sua pedagogia da utonomia ele deixa claro a intensão de alunos autonomos, críticos, que agem, interagem com o meio sem que se deixem influenciar ou que os manipulem.
Assim deve agir o professor em sala de aula, instigando o aluno, fazendo dele um ser curioso e criativo.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Reflexão...
Algumas semanas antes de eu ir visitar a turma, ja tinha pensado sobre varias propostas que poderia trabalhar com eles, mas quando me aproximei deles, fazendo algumas observações, tive a sensibilidade de perceber que teria que modificar algumas propostas e aí eu percebi o quanto esta sendo importante para minha prática pedagógica todas as aprendizagens que tive durante o curso.
Por exemplo, na diciplina de educação de pessoas com necessidades especiais, pude acompanhar como funciona o processo de inclusão, e agora estou podendo articular o que foi visto na teoria com a prática, percebendo e refletindo sobre o que funciona e aonde ainda existem falhas.
A escola de Educação Infantil onde estou realizando meu estágio é uma escola com poucos recursos e um tanto desfavorecida, sendo que falta muitas coisas para que ela possa oferecer um ensino de qualidade para os seus alunos.
A escola ainda esta terminando o seu PPP e se organizando para ficar adepto as normas da educação infantil, sendo que a escola não deve ser vista como uma creche,onde só cuidam das crianças e sim assumirem uma responsabilidade em desenvolver os alunos. A maioria das turmas não tem professores formados e as atendentes que estão cursando uma licenciatura não recebem nenhum incentivo por isso, agem por iniciativa própria. É como vimos em algumas discussões durante algumas disciplinas do curso, como ppp e gestão escolar, no papel as coisas funcionam muito bem, mas na realidade escolar é muito diferente e muito difícil.
Na escola Madre Teresa, ha professores e diretores empenhados em buscar recursos, mas muitas coisas não dependem destes profissionais, voltando assim para os velhos problemas: falta de organização e empenho da gestão escolar, que é um dos maiores problemas na educação.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Apresentação dia das mães!
Confesso que eu estava com um pouco de medo, achei que não conseguiria fazer com que ele ficasse junto de seus colegas na hora da apresentação, mas resolvi tentar, pois acho que , seria um avanço para ele, eu uma algria para a mãe dele.
Na hora da apresentação,colocamos todos em seus lugares e descemos, deixando-os sozinhos no palco, logo que começou a musica, o Diovany saiu correndo, eu voltei e fui atrás dele, convidei-o para ir junto com seus coleguinhas e ele foi, peguei em sua mão e o levei até seus colegas, mostrei para ele a mãe dele lá embaixo, e quando ele viu ficou radiante, ficou entre os colegas o resto da apresentação e bem no final até fez alguns gestos e jogou beijos para a mamãe!
No final da apresentação peguei na maõ dele e o levei para dar uma rosa para sua mãe, e foi aí que percebi o quanto foi importante para ela, ver seu filho ali acolhido entre os colegas, Também percebi a alegria dele, em estar ali presente.
Acho muito importante, que todos os alunos participem das atividades escolares, independente de suas limitações, pois todos tem capacidade igual para fazer e emocionar!!!
Foi muito gratificante, para mim, ver o avanço deste aluno!
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Reflexão Estágio
No primeiro dia, observei como er esta relação dele com a monitora e percebi que a rotina dele na sala de aula não era a mesma dos outros colegas, em momentos de atividades colocam ele para assistir filme, alegando que não adianta dar trabalhos para ele fazer, pois ele não pinta nem risca, apenas fica olhando.
Percebi que estou diante de um novo desafio, tentar fazer com que o aluno Diovany tenha outra rotina escolar, e tentar ao máximo desenvolvê-lo dentro de suas limitações. Acho que estou diante dos mesmos questionamentos que trouxeram a disciplina, já estudada, de Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, a falta de profissionais e de escolas capacitadas para trabalhar com esta diferença, levando a sério o trabalho de inclusão.
Como eu já tinha visto, quando fui fazer uma entrevista com a Secretaria de Educação de Terra de Areia, atendendo á um trabalho requerido pela disciplina de Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, percebi que nada mudou, os monitores ainda continuam sendo contratados por questões políticas e não por qualificação profissional.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Estágio 2010
Como eu não estou atuando em sala de aula no momento, apenas fiz algumas observações da turma, em alguns dias, e realmente não tinha a noção de tempo que eles levariam para realizar as minhas atividades propostas em meu planejamento inicial, isso ocasionou em muitas mudanças logo no segundo dia de aula. Percebi que minhas atividades propostas no planejamento apresentavam um nível inferior à turma, pois eram atividades fáceis e rotineiras, o que tornaria minhas aulas repetitivas e monótonas.
A partir daí, retomei meu planejamento inicial e propus novas idéias, com atividades que exigissem um pouco mais dos alunos, mas, não deixando de observar e considerar as possibilidades de cada um.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
O PA, que tanto foi trabalhado nestes ultimos semestres, é uma boa prova disso, sendo ele uma nova fora de pesquiza, que possibilita que o aluno busque informações sobre aquilo que tem curiosidade, considerando seus conhecimentos prévios e indo em busca da afirmação ou não destas certezas.
Também, as arquiteturas pedagógicas possibilitam que o aluno busque, interage. Mesmo que nossas escolas não apresentem laboratório, há varias outras opções, vale até a lan house, como nossa colega mencionou em uma das postagens de seu blog.
Nesta busca por uma educação de qualidade, o professor deve ousar e levar o aluno ao desenvolvimento além dos conteúdos escolares, o professsor não deve limitar o aluno e sim dar assistencia para que ele se desenvolva por completo, sabendo identificar as coisas e ter um pensamento auto reflexivo sobre as coisas.
sábado, 16 de janeiro de 2010
A web também dá o acesso a muitas informações e possibilidades, possibilitando ao aluno que experimente, simule situações da realidade dele.