Minha turma, pré I, conta com um aluno especial, o Diovany, uma criança muito carinhosa, ele apresenta dificuldades na fala e de coordenação motora. Ele conta com a ajuda de uma monitora que o acompanha em suas atividades na sala.
No primeiro dia, observei como er esta relação dele com a monitora e percebi que a rotina dele na sala de aula não era a mesma dos outros colegas, em momentos de atividades colocam ele para assistir filme, alegando que não adianta dar trabalhos para ele fazer, pois ele não pinta nem risca, apenas fica olhando.
Percebi que estou diante de um novo desafio, tentar fazer com que o aluno Diovany tenha outra rotina escolar, e tentar ao máximo desenvolvê-lo dentro de suas limitações. Acho que estou diante dos mesmos questionamentos que trouxeram a disciplina, já estudada, de Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, a falta de profissionais e de escolas capacitadas para trabalhar com esta diferença, levando a sério o trabalho de inclusão.
Como eu já tinha visto, quando fui fazer uma entrevista com a Secretaria de Educação de Terra de Areia, atendendo á um trabalho requerido pela disciplina de Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, percebi que nada mudou, os monitores ainda continuam sendo contratados por questões políticas e não por qualificação profissional.
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Um comentário:
Oi Josilene,
A inclusão é sempre um desafio e agora, no estágio, vocês certamente se depararão com situações que envolvem essa problemática. É importante que questiones a rotina desse aluno especial e a real necessidade de realizar atividades diferentes da de seus colegas. Ele precisa desenvolver habilidades dentro de suas limitações. Pensando desse modo, é necessário encontrar alternativas que o ajudem nisso.
Em tuas reflexões, sinto falta de uma referência a projetos, temáticas que estás desenvolvendo com os alunos. Procure trazer mais elementos sobre isso, certo?
Beijos, Rô Leffa
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