Uma autora que me auxiliou no estágio supervisionado foi Tânea Fortuna, seus textos foram disponibilizados para nós no eixo III, pela disciplina de Ludicidade e Educação.
Foi lendo texos dela, que pude perceber que as crianças precisam brincar e que este tempo pode ser aproveitado pelo professor desde que ele esteja atento a estas brincadeiras.
É nestes momentos que as crianças fantasiam,criam, invertem papéis, imaginam e também nos dão pistas sobre seus pensamentos e vivências.
Através do comportamento das crianças em uma brincadeira, podemos perceber como é, por exemplo, o convivio desta criança em casa, devemos estas sempre atentos se ela reproduz personagens agressivos ou depressivos, as vezez são sinais de que algo não anda bem em seu âmbito familiar, e isso pode acarretar em seu desenvolvimento escolar.
Na turma de fis o meu estágio,eles ja tinham rotina propria e eles me cobravam o dia do brinquedo, que eles sempre tiveram. Sendo assim, não deixei de dar um tempinho, um dia por semana para que elesbrincassem com atividades livres, e aproveitei para observar seus comportamentos e também para conhecê-los, pois é brincando que a criança se libera, conseguimos ver claramente, entre as brincadeiras quem é mais autoritario, mais submisso, mais calmo,etc.
Aí vale a sensibilidade do professor!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Eixo II
Voltando a textos e atividades propostas pelo eixo II, quero destacar a disciplina de Fundamentos da Alfabetização, foi a partir dos primeiros questionamentos sobre letramento, que pude perceber o quanto é importante o letramento para uma criança e que o professor deve valorizar e considerar este aprendizado.
Diante de uma pressão escolar, com conteúdos a parâmetros que nós professores temos que seguir, estamos acostumados a considerar que o aluno aprendeu algo, a partir domomento em que ele começa a ler e escrever, a dominar a leitura e a escrita, mas, sendo assim, como pode alguém que não seja alfabetizado, ou seja não reconhece símbolos da escrita, pode viver, se comunicar e interagir com o mundo?
Uma pessoa que não sabe ler e nem escrever, não sabe nada? Não tem aprendizado?
Por isso o professor deve valorizar sim o letramento como uma forma de aprendizado, pois é neste momento que se iniciam as primeiras socializações da criança com o mundo.
Diante de uma pressão escolar, com conteúdos a parâmetros que nós professores temos que seguir, estamos acostumados a considerar que o aluno aprendeu algo, a partir domomento em que ele começa a ler e escrever, a dominar a leitura e a escrita, mas, sendo assim, como pode alguém que não seja alfabetizado, ou seja não reconhece símbolos da escrita, pode viver, se comunicar e interagir com o mundo?
Uma pessoa que não sabe ler e nem escrever, não sabe nada? Não tem aprendizado?
Por isso o professor deve valorizar sim o letramento como uma forma de aprendizado, pois é neste momento que se iniciam as primeiras socializações da criança com o mundo.
Relembrando algumas das disciplinas ja estudadas no decorrer do curso, não posso deixar de citar a oportunidade que tive de ler o livro de Paulo Freire: A pedagogia da autonomia, que foi proposto pela disciplina de educação, cultura e sociedade_ECS.
Esta leitura me ajudou muito no momento em que pude por em prática tudo que foi estudado até o momento do estágio supervisionado.
Foi ali que eu pude exercer toda a minha criatividade, fazendo o papel de mediador do conhecimento e não o dono do saber.
Para Paulo Freire o professor não deve ensinar apenas conteúdos, mas sim, mostrar ao aluno que não se deve aceitar as coisas como são e acatar tudo o que os outros dizem, em sua pedagogia da utonomia ele deixa claro a intensão de alunos autonomos, críticos, que agem, interagem com o meio sem que se deixem influenciar ou que os manipulem.
Assim deve agir o professor em sala de aula, instigando o aluno, fazendo dele um ser curioso e criativo.
Esta leitura me ajudou muito no momento em que pude por em prática tudo que foi estudado até o momento do estágio supervisionado.
Foi ali que eu pude exercer toda a minha criatividade, fazendo o papel de mediador do conhecimento e não o dono do saber.
Para Paulo Freire o professor não deve ensinar apenas conteúdos, mas sim, mostrar ao aluno que não se deve aceitar as coisas como são e acatar tudo o que os outros dizem, em sua pedagogia da utonomia ele deixa claro a intensão de alunos autonomos, críticos, que agem, interagem com o meio sem que se deixem influenciar ou que os manipulem.
Assim deve agir o professor em sala de aula, instigando o aluno, fazendo dele um ser curioso e criativo.
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