quarta-feira, 27 de maio de 2009



O filme “O clube do Imperador”, proposto pela interdisciplina de Filosofia é um filme fascinante, onde nos mostra a vontade de um professor em transformar seu aluno perverso e arrogante em um homem honesto, de caráter e ética. O filme relata a história de um aluno cujo perfil se identifica muito com nossos alunos de hoje.
Nas salas de aulas, nós professores nos deparamos com muitos alunos assim como Sedgewick, crianças carentes de uma estrutura familiar, frutos da falta de afeto e carinho. Os pais já não arrumam um tempo para se dedicar aos filhos, preocupados em dar tudo o que os filhos querem, em questão de conforto e dinheiro, e esquecem do principal que é o amor.
Já não se ensinam virtudes, já não há mais respeito ou educação, as pessoas buscam tanto por conforto que acabam virando escravos do capitalismo, não percebendo que estão deixando de lado suas famílias, enfim suas vidas!

2 comentários:

Rosângela disse...

Oi Josi,

Destacas que a falta de afeto e estrutura no ambiente familiar pode levar o aluno a ter um comportamento pouco ético. Essa realidade provoca mudanças na postura do professor? De que modo a tarefa de educar está relacionada com questões como ética, caráter, moral? O que pensas sobre isso?

Seguimos conversando! Beijos, Rô

Josilene disse...

Acho que a questão da estrutura familiar, pode provocar mudanças na postura dos professores, pois este aluno, precisa bem mais que aprender ele necessita de uma atenção d professor que muitas veses tem que adotar um papel de pai ou mãe para ajudar seu aluno!
Como no filme, quando o professor resolve mudar a nota do aluno de A para A+, ele sabia que isso não era correto e que poderia prejucar outro aluno, mas mesmo assim ele fez, com a esperança de que Sedgewik reconhecesse o sua atitude de ajudá-lo.